// December 20th, 2009 // Sem comentários » // Entretenimento, Fotografia, Informação, Outros
Nos limites da Etiópia, séculos longe da modernidade, o fotógrafo Hans Sylvester levou seis anos com um tribo onde homens, mulheres, crianças e anciãos, são gênios de uma arte ancestral. A força de sua arte vem de três palavras: dedos, velocidade e liberdade. Eles pintam com as mãos abertas, as pontas das unhas, às vezes com gravetos, um galho quebrado. Pintam com movimentos rápidos, vivos, espontâneos, não infantis. Apenas o desejo de decorar, seduzir, ser bonito, um jogo e prazer permanentes. Para eles basta enfiar os dedos no barro e, em dois minutos, na bunda, no seios, no púbis, nas pernas, nasce nada menos do que um Picasso, um Pollock, um Tápies, um Klee…”

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